← Voltar ao início A nossa história

Sobre nós: de um nome a uma equipa

Team Brasa · fundada por Guga Brasa · a animar desde 1999

Retrato de Guga Brasa, fundador da Team Brasa

Há uma coisa que não se aprende em nenhum curso: sentir uma sala. Perceber, ainda antes de dizer a primeira palavra ao microfone, se aquele grupo precisa de calma ou de fogo. Essa é a matéria-prima de tudo o que fazemos — e demorou 25 anos a ganhar forma.

Quem é o Guga

Guga Brasa é brasileiro, vive em Portugal desde 2019 e anda nisto desde 1999. A história começa cedo e sem glamour nenhum: nos campos de férias da infância, onde descobriu que juntar pessoas em volta de uma brincadeira mudava o dia de toda a gente — incluindo o dele. Dos campos de férias vieram os primeiros palcos, e dos primeiros palcos veio o resto.

Quem o vê hoje ao microfone, num casamento de 200 pessoas, raramente imagina o caminho que está por baixo. Não é talento espontâneo. É repetição, é erro, é ter feito noites em que a pista não pegou e ter voltado no dia seguinte a perceber porquê.

Guga Brasa a animar a bordo de um cruzeiro internacional
Nos cruzeiros, o público mudava a cada semana — e a língua mudava a cada mesa.

Do mar às quintas: o que os cruzeiros ensinaram

Antes de Portugal houve resorts de luxo no Brasil e houve navios — cruzeiros que atravessaram oceanos e continentes com um público diferente a cada embarque. Foi aí que a profissão se tornou séria.

Um navio não perdoa. À tua frente tens portugueses, brasileiros, ingleses, franceses, gente que não percebe uma palavra do que dizes — tudo na mesma sala, à mesma hora. Aprendes depressa três coisas: que uma piada não se traduz, mas um ritmo sim; que ler a sala vale mais do que qualquer guião decorado; e que ninguém é obrigado a gostar de ti só porque estás no palco — isso ganha-se em cada noite.

É essa bagagem que hoje aterra nas quintas portuguesas. Quando chega um casamento com noivos de países diferentes, ou uma sala onde metade dos convidados fala outra língua, não é território novo — é a casa onde crescemos. Por isso a animação multicultural e bilingue é a nossa especialidade, e não um extra que se acrescenta à pressa.

De um nome a uma equipa

Chegar a Portugal em 2019 foi recomeçar. Mercado competitivo, referências por construir, uma cultura de festa para aprender de dentro — do arraial ao copo-d'água, do clássico que toda a sala canta ao silêncio certo antes da entrada dos noivos. Houve passagens por outras casas pelo caminho, como o período Crazy Day, que fazem parte do percurso e ficaram lá: são história, não são o que somos hoje.

Pelo meio deu-se outra transformação — a de animador a DJ. Não foi trocar de ofício, foi juntar dois. Quis dominar a técnica: a mistura, o BPM, a transição que ninguém repara mas todos sentem. Tive a sorte de aprender com quem sabe, mentores como o DJ Moon (Miguel Ribeiro) e o Davi Lelo, que me mostraram que a música é uma ferramenta ao serviço do momento — nunca o contrário.

Depois de mais de 180 casamentos em Portugal, chegou o limite natural de qualquer pessoa sozinha: só se pode estar num sítio de cada vez. A Team Brasa nasceu daí. Deixou de ser um nome e passou a ser uma equipa — com animadores, DJs, estrutura de som e luz própria e produção a sério. A alma é a mesma; o que mudou foi a capacidade de a levar a mais festas sem cortar no cuidado.

A equipa Team Brasa a puxar pela pista numa festa
Hoje já não vai só uma pessoa para a pista — vai uma equipa.

A Brasa Academy

A brasa não se apaga — passa-se adiante. A Brasa Academy é a forma de transformar tudo isto em método e entregá-lo a quem vem a seguir: formação de novos animadores e DJs para casamentos e eventos, do domínio técnico do som e da pista à arte de ler o público e conduzir emoções. Também se ensina a parte de que ninguém fala — carreira, posicionamento, como tratar um cliente.

O objetivo é simples e não é modesto: colocar no mercado profissionais de qualidade, que elevem o padrão da animação em Portugal. Se um dia alguém formado por nós fizer melhor do que nós, o projeto cumpriu-se.

Conhecer a Brasa Academy →

O que nos move

"Não se trata apenas de organizar festas — trata-se de aflorar emoções. Em cada encontro, acendemos uma faísca que se transforma em labaredas de alegria." 🔥

Na prática, isso quer dizer coisas pouco poéticas: chegar cedo, falar com a equipa da quinta, cumprir o timeline ao minuto, conhecer o gosto dos anfitriões antes de escolher a primeira música e saber quando é altura de baixar o volume. Não prometemos a melhor festa do mundo — isso não é honesto e ninguém pode garantir. Prometemos preparação, presença e respeito por aquilo que estás a celebrar.

O resto — a pista cheia, a gente de mãos ao alto, a tua tia que jurou que não dançava — costuma vir por acréscimo.

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