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Sunset com DJ e músicos ao vivo: o momento que se lembra durante anos

Por Guga Brasa · leitura de 5 min

Cabine de DJ montada junto a janelas abertas ao campo, ao fim da tarde, numa quinta em Portugal
Cabine montada para um casamento numa quinta. Foto de um evento da Team Brasa, meramente ilustrativa.

Há uns anos, o pôr do sol num casamento era o intervalo entre a cerimónia e o jantar. Hoje há noivos que o querem como um dos grandes momentos da festa: um DJ a construir o ambiente, um saxofone a entrar a meio de uma música, uma percussão a pôr o corpo a mexer. Vem de Ibiza, de Tulum, de Mykonos, e cabe muito bem numa quinta portuguesa.

De onde vem esta ideia

O pôr do sol como espetáculo musical nasceu em Ibiza. O Café del Mar abriu ali no fim dos anos 70 e ficou famoso pelo DJ que escolhia a música conforme a cor do céu. Mais tarde, o saxofone e a percussão ao vivo passaram a acompanhar os sets, e o formato espalhou-se pelos beach clubs de Tulum e de Mykonos. Hoje é uma das combinações mais pedidas em casamentos de destino.

Como costuma funcionar

Não é um concerto, é uma conversa entre o DJ e os músicos. O DJ mantém a base a tocar e os músicos entram em blocos curtos, normalmente de 15 a 30 minutos, e depois recolhem-se para o DJ voltar a conduzir a sala. O saxofone pode andar entre os convidados com o instrumento ligado sem fios, a percussão dá corpo ao ritmo e o violino traz aquela nota mais emotiva que combina tão bem com a luz do fim de tarde.

O que importa para funcionar num casamento

Primeiro, a hora e o sítio. Vejam a que horas o sol se põe no dia do vosso casamento e onde os convidados vão estar, porque este momento pede tempo e um espaço onde as pessoas possam ficar de pé, com uma bebida na mão e sem pressa. Segundo, o som: instrumentos ao vivo misturados com música gravada só soam bem se o som estiver bem montado e equilibrado. É aí que eu entro, porque cuido de que tudo soe como uma coisa só.

Uma nota de honestidade: eu sou DJ e trato do som, não vendo músicos. Mas posso indicar-vos artistas em quem confio, e depois combino convosco e com eles como tudo se encaixa: horários, transições, equipamento e quem toca quando.

Sem perder a festa

O sunset não deve ser tão longo que a energia caia antes do jantar, nem tão baixo que ninguém repare. Costumo pensá-lo como uma rampa: começa suave, vai subindo, e termina com um pico que prepara a sala para o que vem a seguir.

Para ir mais longe

Querem um sunset assim?

Contem-me a data, o espaço e a hora do pôr do sol. Vemos juntos como o encaixar no vosso dia.

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