Entre pratos não tem de ser um intervalo: jogos e dinâmicas que aquecem a sala

Num casamento com 12 horas de serviço, o jantar pode ocupar uma parte generosa da noite. Entre a entrada e o prato principal, entre o prato e a sobremesa, há vazios de vinte ou trinta minutos em que a sala tanto pode adormecer como pode ganhar vida. É aqui que as dinâmicas fazem toda a diferença.
A regra de ouro: convidar, nunca obrigar
Quem está sentado a jantar não quer ser arrastado para o meio da sala. A dinâmica boa é a que se pode viver de onde se está: a rir, a aplaudir, a votar, a torcer pela mesa do lado. Quem quiser participar levanta-se, quem não quiser continua a fazer parte de outra maneira. Esta é a diferença entre uma animação simpática e uma que deixa toda a gente envergonhada.
Exemplos que resultam
O ramo às cegas, com fitas, em que várias convidadas puxam ao mesmo tempo sem saber qual delas prende o ramo. O comboio, que começa com duas ou três pessoas e vai crescendo até a sala inteira estar a andar atrás do DJ. O Tik Talk, uma entrevista cómica com o microfone na mão e perguntas rápidas aos convidados. E momentos mais pequenos, como um brinde coletivo ou uma pergunta para toda a sala que se responde de mão no ar.
O timing importa mais do que a ideia
Uma dinâmica boa no momento errado corre mal. Entre pratos, com a comida a chegar, faço coisas curtas e leves. Depois da sobremesa, quando já há energia, posso propor algo mais longo. E se vejo que a mesa dos noivos está a meio de uma conversa importante, deixo esse momento em paz.
Falem comigo antes
Contem-me se os convidados são muito tímidos, se há muitas crianças, se há famílias de países diferentes. Adapto as dinâmicas à sala que vou ter, e não à que existe num catálogo.
Para ir mais longe
Querem uma sala a rir entre os pratos?
Contem-me como são os vossos convidados e monto as dinâmicas à medida.
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