Dos navios aos casamentos: o mar que ensinou a animar o mundo

Antes de animar casamentos em Portugal, animei o mundo — literalmente. Resorts, navios, públicos diferentes todas as semanas. Foi aí que aprendi a perceber uma sala antes de falar ao microfone.
Um público diferente todas as semanas
Num navio, a plateia muda a cada viagem: numa semana é espanhola, na outra alemã, na seguinte brasileira. Aprendi, à força de palco, a ler culturas em segundos — a perceber quando falar, quando calar e que música junta pessoas que acabaram de se conhecer.
Tive o privilégio de trabalhar em contextos de luxo como o veleiro alemão Sea Cloud — onde o rigor e a elegância eram tão importantes quanto a energia. Foi uma escola: a de servir experiências à medida de públicos exigentes e do mundo inteiro.

O mar deu à costa em Portugal
Quando troquei os oceanos pelas quintas portuguesas, trouxe essa bagagem comigo. E percebi depressa que os casamentos em Portugal são cada vez mais internacionais — noivos e convidados de várias partes do mundo, todos no mesmo dia.
Animei casamentos internacionais em Portugal onde o jantar teve ópera ao vivo, a festa passou por pop britânico e a pista fechou com ritmos brasileiros — três mundos, uma noite só. Cheguei a animar um evento com cerca de 2000 pessoas no fim do Ramadão. Cada um destes momentos exigiu o que o mar me ensinou: respeito pela cultura de quem está à frente.

Por isso a animação bilingue é a nossa marca
Hoje, quando um casal me diz "temos convidados de dois países", eu sorrio. A Team Brasa pode conduzir em português, inglês ou outro idioma quando necessário, mas sempre com medida. A festa tem de incluir todos sem virar uma tradução permanente.
Convidados de vários países?
Contem-nos de onde vêm os convidados — nós tratamos de criar uma pista onde todos percebem o convite.
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